VENCE A INDIFERENÇA E CONQUISTA A PAZ.

Título da Mensagem do Papa Francisco para a celebração do Dia Mundial da Paz

Papa Francisco

Já é conhecido o teor da mensagem do Papa Francisco sobre o dia Mundial da Paz que se celebra a 1 de Janeiro.

O Santo Padre na sua mensagem começa por saudar as famílias, os chefes de Estado e de governo, os responsáveis das religiões e os povos e nações de todo o mundo dizendo Deus não é indiferente; importa-Lhe a humanidade! Deus não a abandona! Com esta minha profunda convicção, quero, no início do novo ano, formular votos de paz e bênçãos abundantes, sob o signo da esperança.

Dividida em sete subtemas que são: Conservar as razões da esperança; algumas formas de indiferença; a paz ameaçada pela indiferença globalizada; da indiferença à misericórdia: a conversão do coração; fomentar uma cultura de solidariedade e misericórdia para se vencer a indiferença; a paz, fruto duma cultura de solidariedade, misericórdia e compaixão; a paz, sob o signo do Jubileu da Misericórdia. A mensagem contém oito pontos nos quais, o Sumo Pontífice desenvolve questões actuais da sociedade .

O Papa destacou na sua mensagem os grandes acontecimentos que marcaram o mundo como a cimeira de Paris sobre o clima-Cop21, Francisco disse mesmo que encontros como estes, ajudam a procurar novos caminhos para enfrentar as alterações climáticas e salvaguardar o bem-estar da terra, a nossa casa comum. Enfatizou também a realização da Cimeira de Adis-Abeba para arrecadação de fundos destinados ao desenvolvimento sustentável do mundo; e a adopção, por parte das Nações Unidas, da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que visa assegurar, até ao referido ano, uma existência mais digna para todos, sobretudo para as populações pobres da terra.

O Santo Padre, mostrou-se também preocupado com o comportamento de indiferença que chega muitas vezes, afirma o Papa, a justificar algumas políticas económicas deploráveis, precursoras de injustiças, divisões e violências, que visam a consecução do bem-estar próprio ou o da nação. Com efeito, não é raro que os projectos económicos e políticos dos homens tenham por finalidade a conquista ou a manutenção do poder e das riquezas, mesmo à custa de espezinhar os direitos e as exigências fundamentais dos outros. Quando as populações vêem negados os seus direitos elementares, como o alimento, a água, os cuidados de saúde ou o trabalho, sentem-se tentadas a obtê-los pela força. Lê-se na Mensagem.

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